POLÍTICA EDITORIAL

Como este conteúdo é feito

Quem escreve, o que passa por revisão, o que a gente se recusa a publicar e o que a IA faz aqui dentro. Sem nenhuma credencial que a gente não tenha.

O RECORTE

Escrevemos sobre como se estuda medicina, não sobre como se pratica medicina.

Essa linha decide tudo o que vem depois. Método de estudo, ferramentas, provas, rotina de faculdade e o funcionamento do próprio ArchiMeds são coisas que três estudantes de medicina vivem todo dia e podem descrever com honestidade. Conduta clínica não é uma delas.

O que você não vai encontrar aqui

  • Conduta, diagnóstico, dose ou tratamento — nada que se pareça com orientação clínica.
  • Conteúdo de referência médica, do tipo que precisa da assinatura de um profissional com registro de conselho ativo.
  • Qualquer texto endereçado a pacientes. Este blog é para quem estuda medicina e não substitui consulta.

QUEM ESCREVE

Três pessoas reais, com nome e página própria

O ArchiMeds é construído por três estudantes de medicina, e são eles que escrevem e editam o blog.

Cada um tem uma página aqui dentro, com o que escreveu e o que editou: a assinatura no topo do artigo leva a algum lugar.

  • Ian Franz

    Estudante de medicina · CEO e co-fundador do ArchiMeds

    Constrói a IA e a infraestrutura do Archi. Se o resumo da sua aula volta em segundos, é obra dele.

    Ver o que escreveu e editou
  • Lorrany Dantas

    Estudante de medicina · COO e co-fundadora do ArchiMeds

    Fala com os estudantes todo dia e traz de volta o que falta. Nada entra no produto sem passar por ela.

    Ver o que escreveu e editou
  • Pedro Gois

    Estudante de medicina · CMO e co-fundador do ArchiMeds

    É a voz do Archi. Leva o produto pros estudantes e traz a língua deles pra dentro do produto.

    Ver o que escreveu e editou

Boa parte dos artigos é assinada por Equipe ArchiMeds, a organização. Quando isso acontece, um editor humano com nome é obrigatório — a validação de conteúdo derruba o build de um artigo assinado pela organização sem editor. Editar aqui significa ler o texto inteiro antes de publicar e responder pelo que ele afirma.

Não há autores inventados no ArchiBlog. Nenhum nome, nenhuma foto e nenhuma biografia desta página descreve alguém que não existe — e a estrutura do site não tem por onde imprimir uma credencial que a pessoa não tenha.

O QUE É REVISADO

Hoje não existe médico na equipe. Está escrito aqui porque é verdade.

Todo artigo passa por revisão editorial: um editor humano com nome lê o texto inteiro antes de publicar e responde por clareza, pelas afirmações, pelos links e pelas fontes.

Isso não é revisão clínica. Ninguém da equipe tem registro em conselho de medicina. O campo de revisor existe no sistema desde o primeiro dia — ele aparece na assinatura do artigo e nos dados estruturados — e hoje está vazio em todos os artigos. Enquanto estiver vazio, nenhum artigo exibe linha de revisão médica, porque exibir uma seria inventar uma credencial.

A consequência é uma regra, não uma pauta adiada: o ArchiBlog não publica conteúdo clínico de referência. Ele só sai depois que um profissional com registro de conselho ativo revisar e assinar, com nome e número — e isso depende de a gente poder pagar por esse trabalho.

No dia em que existir, a linha vai dizer quem revisou e em que data ele aprovou o texto — não a data em que publicamos.

COMO USAMOS IA

Ferramentas de IA ajudam a rascunhar. Nenhuma delas assina.

A gente constrói um produto de IA e usa IA para trabalhar, inclusive para rascunhar, estruturar e checar texto. Dizer isso é mais honesto do que esconder. O que derruba um conteúdo não é a ferramenta: é texto raso e é gente inventada.

Por isso a regra é sobre a assinatura, não sobre a ferramenta. O que sai daqui foi lido inteiro por uma pessoa com nome, que cortou, corrigiu e respondeu pelo resultado. Se um texto não vale o tempo de leitura de um humano, ele não vale a publicação.

Não existe selo “escrito por IA” em cada artigo. O selo diria menos do que esta página e convidaria o leitor a descontar um texto pelo qual uma pessoa está respondendo.

Tradução automática é rascunho, nunca publicação. Um artigo em inglês ou espanhol tem autor, editor e data próprios; a gente não passa um texto português por um tradutor e publica em outra língua.

FONTES E DATAS

Três datas, porque são três coisas diferentes

Quando um artigo afirma algo que não é experiência nossa, a fonte aparece no fim da página, visível, com título, publicação, ano e a data em que a gente acessou. Fonte escondida atrás de um link no meio do parágrafo não conta.

E quando um artigo muda depois de publicado, a mudança fica à vista: o bloco Histórico de revisões, no pé do texto, lista a data, o que mudou e quem mudou. Correção silenciosa não é correção.

Publicado em
a data em que o artigo saiu. Fica escrita no arquivo, à mão — nunca é deduzida do histórico do repositório.
Atualizado em
só aparece quando o texto mudou de verdade. Uma data nova sem mudança de conteúdo é o truque de parecer fresco que o Google descreve, e aqui ela derruba o build.
Revisão médica
a data em que o revisor aprovou o texto, não a data em que publicamos. Hoje nenhum artigo tem essa data, porque nenhum tem revisor.

CORREÇÕES

Achou um erro? Avisa a gente.

Se alguma coisa está errada, desatualizada ou mal explicada em qualquer artigo, escreve. Diga qual artigo e qual trecho — isso basta.

O que acontece depois: a gente confere. Se o erro for real, o texto é corrigido e a correção entra no histórico de revisões daquele artigo, com data, para que quem já leu consiga ver o que mudou. Se a gente discordar, responde explicando por quê.

Esta página muda quando a prática mudar — inclusive no dia em que houver um revisor com registro ativo para nomear aqui.

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